RegionArts Porto meeting

Projecto RegionArts

For the RegionArts project in Porto, the CRU was involved as a stakeholder and guided a workshop on the importance of empathy in a process of co-creation with the target audiences.

The main objective of this project is to strengthen the growth of SMEs by integrating artists into ICT projects, since most of the available policies are designed for an information and knowledge age (even for an industrial age) that is no longer predominant. The offer of support is still fragmented. Public support programs are very rigid and lack opportunities for collaboration and dissemination. There is also a need for a common language: existing initiatives often start from the creative sector and reach ICT, or vice versa, meaning that both parties are not involved as equal partners.
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A CRU foi convidada a participar como stakeholder no projecto RegionArts, cujo objectivo principal é reforçar o crescimento das PME pela integração de artistas em projetos de TIC.

Resumo do projeto

Durante a última década, tem havido um crescente reconhecimento da importância dos processos artísticos e criativos como catalisadores de inovação, algo particularmente notado nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) que se cruzam em muitos campos com processos artísticos.

No entanto, como salientado pela Agenda Digital para a Europa, a Europa continua a “subutilizar a criatividade das PME”. Para resolver este problema, em 2016 a CE lançou a iniciativa «STARTS» (Ciência, Tecnologia e ARTS) ao abrigo do programa Horizonte 2020.

As artes não apenas embelezam ou tornam a tecnologia mais estética, geralmente são as artes que a possível, em primeiro lugar.

RegionArts

Mas não é uma tarefa fácil. A maioria das políticas disponíveis é concebida para uma era da informação e do conhecimento (mesmo para uma era industrial) que não é mais predominante. A oferta de suporte ainda está fragmentada. Os programas de apoio público são muito rígidos e faltam ocasiões para colaboração e divulgação. Há também a necessidade de uma linguagem comum: as iniciativas existentes geralmente partem do setor criativo e alcançam as TIC, ou vice-versa, ou seja, ambas as partes não estão envolvidas como parceiros iguais.

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